Uma vez a Denise me disse que desenhou um coração no peito de um monstro na esperança de que ali brotasse um coração. E ontem, quando saí mais cedo do curso pra comprar um chocolate antes que eu enfartasse, eu desenhei um coração no ar, como uma boba sonhadora, mas foi único. Senti um cheiro tão bom no ar. Nunca sinto o cheiro puro do vento porque ele sempre traz outros cheiros, mas aquela hora eu senti um cheiro único tão bom. E me senti tão esperançosa. Tão bem.
E saber que enquanto eu desenhava aquele coração no ar alguém planejava me fazer feliz, me fazer dar o primeiro sorriso sincero do dia. Foi lindo ouvir você falando “ah, não vou demorar, eu só preciso falar três palavras, sete letras...” Eu sabia o que era, confesso, mas preferi ficar para ouvir, fazia tempo que não tentava ouvir isso com aquela dedicação toda. E eu ouvi, e aceitei e resolvi tentar.
Certo? CERTO.
...
Falaram da minha bochecha hoje, coisa que não falavam há muito tempo. Eu lembrei de quando tiravam sarro de mim na escola. No curso tiram de vez em quando e alguns familiares como PRIMOS inconvenientes também costumam tirar sarro por isso.
Feliz por voltar a ter contatos com pequenos detalhes da minha vida. Acho que só posto segunda-feira.
Dia especial demais amanhã, sábado aniversário do meu afilhado, domingo especial de novo! ^.^
Acho que vou pra TOLEDO em dezembro, acho não, é quase certeza... Bom, então é acho. :S
Beeijo pros que me aturam, que riram de mim enquanto me irritava por qualquer coisa, aos que nem ligam pra minha TPM, aos que me abraçaram, que me mandaram beijo, que me chamaram pra viajar. Eu amo vocês.
‘...três palavras, sete letras; é que na verdade eu te amo, entende?...’
