sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

'A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto da sua fria e desolada torre. O maior solitário é o que você do amor, o amor em si.'


Buenas... Meu velhinho liindo e amável e gostoso que eu tô morrendo de saudades de morder, EU TE AMO.
Saudade do teu colo, da tua canção de ninar (por falar nisso, nem tenho dormido direito porque o senhor não tá aqui pra cantar pra mim), saudade de colher flores, falar sobre amor, sobre o tempo. Saudade do teu cheiro, vô. Das tuas piadas, de cantar 'Quão Grande és Tu' com você, de dançar abraçadinho com você na sala, de fazer aquela voz que só a gente sabe, de fingir que se machuca pra vó se preocupar.
Saudade de ficar do teu lado e pensar que ainda sou aquela criança que você segurava no colo.