'Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.E quem ama o máximo, sente-se livre.Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - encontrando um homem que me entenda, que não me faça sofrer.Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.Já me senti ferida quando perdi os homens pelos quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém.Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem possuí-la.'
(Trecho do livro Onze minutos de Paulo Coelho)
Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira:- Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando.Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu:
- Aquele que eu alimento mais frequentemente.
(Paulo Coelho)
O amor não é um hábito, um compromisso, ou uma dívida. Não é aquilo que nos ensinam as músicas românticas, o amor é indefinições.
Ame e não pergunte muito. Apenas ame.
(Paulo Coelho)
Conta a lenda que tudo que cai nas águas deste rio - as folhas, os insetos, as penas das aves - se transforma nas pedras do seu leito.Ah, quem dera eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atira-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças.Ás margens do rio Piedra eu me sentei e chorei.O frio do inverno fez com que eu sentisse as lágrimas em meu rosto, e elas se misturaram com as aguas geladas que correm diante de mim.Em algum lugar este rio se junta com outro, depois com outro, até que - distante dos meus olhos e do meu coração - todas estas águas se misturam com o mar.Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe, para que meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele. Que minhas lágrimas corram para bem longe, e então eu esquecerei do rio Piedra, do mosteiro, da igreja nos Pirineus, da bruma, dos caminhos que percorremos juntos.Eu esquecerei as estradas, as montanhas, e os campos de meus sonhos - sonhos que eram meus, e que eu não conhecia.''
(Paulo Coelho)
E... Eu ando tão sem inspiração pra escrever que ando revendo meus textinhos preferidos e postando aqui. Paciência, logo escrevo alguma coisa, de novo. ;)
Sexta-feira eu chorei ouvindo uma música muito linda. Era um rapaz tocando na escada do prédio que eu trabalho, eu ouvi o som do violão, aí se misturou com um cheiro curioso e eu fui ouvir.
Ele tocava uma música linda, muito linda. Não cantava tão bem como muitos, mas ele cantava com a alma, e isso deixava a música ainda mais linda. Aquele dedilhado no violão tocou aqui no fundo do meu miocárdio.
Depois eu vi o Chris ouvindo, também. E a Luana. Enfim, eu que era a desatualizada e não sabia da existência desse poema! ^^
E eu fiquei com a música na cabeça... E perguntei de quem era, enfim.
Aqui está a letra e, quem quiser, baixe ;) Não custa; é apaixonante *-*
'O coração do poeta precisa de alguém
Que não queira despedida, que seja pro fim da vida
Que tranque todas as saídas
E lá dentro só nós dois e Deus.
O coração do poeta precisa de um amor
Que seja singular na trilha
Que seja sem armadilha
Que no momento da turbulência, seremos nós dois
Barquinhos de papel no riacho a bailar
Seremos nós com alguém
Depois que meu Deus confirmar o amor
Então seremos felizes poetas'
*-*
enfim, estou me recuperando, ok?
me desejem sorte segunda ;) vou precisar :S
Buenas.. se cuidem, eu amo vocês e, sinto saudades. de tudo. ♥
