sábado, 18 de julho de 2009

FP

Não quero rosas, desde que haja rosas.
Quero-as só quando não as possa haver.
Que hei-de fazer das coisas
Que qualquer mão pode colher?

Não quero a noite senão quando a aurora
A fez em ouro e azul se diluir.
O que a minha alma ignora
É isso que quero possuir.

Para quê?... Se o soubesse, não faria
Versos para dizer que inda o não sei.
Tenho a alma pobre e fria...
Ah, com que esmola a aquecerei?...

(Fernando Pessoa 7-1-1935)

...

Eu sei que agora você anda lendo meu blog, vô. E, eu também sei que você ama esse poema, apesar de eu achá-lo tão insensível... Bom, um dia entenderei, né? Quem dera se um dia eu puder entender como o senhor entende.
Eu te amo (L) Obrigada pelos telefonemas, pelas palavras... Por me conhecer tão bem! :)
Buenas... Vou escrever sobre tudo de hoje só amanhã, tô com muita saudade aqui e, não gosto de escrever quando estou assim...
Mas, Hans, obrigada (F) Você ficou até o final, me aturou, riu comigo... :P
Anne (L)
Rose, Carlos, Vitor e Sasá (L) Eu amo vocês!
E... Pro resto do povo! ;* Foi muito importante ter vocês aqui.

Queijos e boa noite... Inté manhana pro povo que tá na luz, na LUZ DE DEUS, hãn, hãn... Entendeu o trocadilho?
;**