“Não existiria som senão houvesse o silêncio, não haveria luz senão fosse a escuridão, a vida é mesmo assim... Dia e noite, não e sim. Cada voz que canta o amor não diz tudo o que quer dizer, tudo o que cala fala mais alto ao coração, silenciosamente, eu te falo com paixão: eu te amo calado, como quem ouve uma sinfonia de silêncios e de luz; nós somos medo e desejo, somos feitos de silêncio e som. Tem certas coisas que eu não sei dizer.”
Tudo o que eu precisava dizer, a música aí de cima disse.
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Já carregaram fotos no Orkut? E viram o comentário hilário dos duendes verdes? E quando o orkut pergunta se quer mesmo apagar a foto porque ele gostou? Aposto como tem gente que desiste acreditando no Orkut.
E quando dá erro? “Poxa, servidor. Que feio!”
Eu fiquei com medo. Foi mais macabro que o “Você quis dizer” do Google.
As máquinas dominarão. Humanos serão inúteis e eu terei um robô faxineira.
Bom... Eu estou, finalmente, gostando da nova casa. Vou ajudar a escolher as flores pro jardim, colorir meu quarto, decorar ele e deixá-lo a minha cara. Também começar algum curso que ainda não decidi. É estressante o trânsito pra cá no verão, mas eu aposto na paz e tranqüilidade (o Word teima em colocar trema) do inverno.
Eu amei a cozinha, e a churrasqueira. Muitos, mas muitos almoços divertidíssimos. Estou me saindo muito bem no teclado e tirando músicas de ouvido. Minha tendinite está incomodando mas é pela música!
Estive lendo uns textos meus, que eu postei no outro blog que nem lembro o endereço, e fiquei perplexa. Textos muito bons, confesso, mas cheios de alguma coisa que não faz mais parte da minha realidade.
Tudo serviu pra eu ficar bem, como estou. Às vezes eu queria voltar no tempo e falar pra Mayara de dois anos atrás o que eu sei hoje, mas se não fosse por ela, eu não saberia o que sei. Foi bom viver tudo aquilo, aprender, conviver com meus erros, meu desequilíbrio, esse amor gigante que vive preso aqui dentro.
Aprendi a controlar meus impulsos (mesmo falhando, às vezes), a ser sincera e lutar, em silêncio, mas lutar pelo o que eu sonho e quero, pelo que me faz bem.
Eu finalmente respirei fundo depois de tudo. Voltei a pensar na dança, na música, nos meus livros, e no que sempre me fez feliz.
Aquelas mãos que viviam segurando meu pescoço, me sufocando, me manipulando finalmente saíram, e eu posso ser o que eu sou, sem medo, sem ter que controlar meus sorriso, minha felicidade, o brilho dos meus olhos.
Eu não tive espaço pra descobrir se eu era a flor que diziam ou a borboleta que sonhava ser, não deixaram a brisa da mente aberta soprar em mim. E hoje eu já posso sentir ela passando, me deixando respirar um ar mais puro. Vai saber se não sou uma borboleta que o vento ainda não tirou para dançar?
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A felicidade aproxima as pessoas? Sim!
Julyana, estou com saudade, loira. Estou no meio do mato. Acho que nem sinal de fumaça chega aí pra você. Espero que esteja bem, com muita saúde, se cuidando e lembrando de mim, de vez em quando. Eu estou bem, controlando meus impulsos, seguindo teus conselhos e sendo deveras feliz. Amo você e sábado é NÓÓS! *-*
